No ano de seu centenário, Arapiraca se tornará capital da gastronomia e terá cinco festivais.

Circuito contará com novas edições de festivais consolidados e duas grandes novidades.

Por Ranjelio 25/03/2024 - 22:57 hs
Foto: Assessoria

O centenário de Arapiraca será marcado por grandes conquistas, eventos e novidades. Por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, a Prefeitura vai realizar um verdadeiro circuito gastronômico com cinco festivais, dentre eles dois eventos inéditos que devem se consolidar no calendário anual do município.

Já no mês de abril, o circuito retorna com a segunda edição do tradicional Festival do Camarão, que deu o pontapé inicial para a realização de eventos deste porte. Em sua primeira edição, o festival vendeu mais de 2 mil pratos protagonizados pelo fruto do mar e abrilhantou a noite do arapiraquense com música ao vivo, feira de artesanato, cachaças e a venda da proteína in natura.

No mês de junho, acontece a primeira grande novidade do ano: o I Festival do Cuscuz, que acontecerá durante três dias em pleno Mercado do Artesanato Margarida Gonçalves. Três meses depois, em setembro, Arapiraca ganha mais uma grande estrela com o I Festival da Cachaça.

O tradicional Festival da Macaxeira, que bateu recorde de público em sua grande estreia, também retorna em 2024, durante três dias, no mês de outubro. E para finalizar, em dezembro, o Mercado do Artesanato recebe também a segunda edição do Festival de Comida de Rua.

Além de oferecer experiências gastronômicas inesquecíveis, os festivais também são relevantes para movimentar a economia e promover a agricultura familiar, incentivando o produtor e colocando a sociedade em contato com ele, ponto fortemente destacado pelo prefeito Luciano Barbosa, que prestigia e marca presença em todas as edições.

Este tipo de evento também incentiva a criatividade dos restaurantes da região e promove a adição de novos pratos em seus cardápios, aproveitando produtos verdadeiramente arapiraquenses, como a macaxeira plantada em terras agrestinas e o camarão cultivado no próprio município.