Nova variante do coronavírus é registrada em duas cidades alagoanas.

Variante foi registrada em pacientes das cidades de Viçosa e Anadia.

Por Ranjelio 18/02/2021 - 20:54 hs
Foto: Ilustração

O Estado de Alagoas registrou dois casos de pacientes com a nova variante do coronavírus. A variante brasileira é originada do Estado do Amazonas e foi registrada em pessoas de duas cidades alagoanas. A informação foi dada na noite de ontem, quarta-feira, 17, através de um informativo da vigilância epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde.

O primeiro caso foi registrado em uma mulher de 36 anos, moradora de Viçosa. A mulher teria viajado para Manaus no dia 22 de janeiro, onde ficou por quatro dias e teve contato com familiares com quadro gripal, mas sem confirmação para Covid-19. No dia 25 de janeiro a paciente apresentou dispneia e tosse e retornou para Alagoas no dia 26. No dia 29 houve a detecção do caso suspeito da nova variante, que foi confirmado pela Sesau.

A segunda paciente trata-se de uma idosa de 64 anos, residente de Anadia. A idosa não tem histórico de viagem ou contato com alguém do Amazonas ou qualquer outro Estado fora de Alagoas. Ela começou a apresentar sintomas no dia 19 de janeiro, com tosse, coriza, mialgia e moleza. No dia 25/01 realizou-se a coleta para pesquisa de SARS-CoV-2 por RT-PCR, que confirmou a infecção.

A Sesau reforçou que apesar de Alagoas ter recebido pacientes do Amazonas, para assistência médica nos Hospitais da Mulher, Metropolitano e Universitário, durante a investigação minuciosamente realizada, as pacientes infectadas com a nova variante do coronavírus não tiveram nenhum tipo de contato com os pacientes trazidos para Alagoas.

Devido ao novo cenário de Saúde no Estado, com a confirmação da nova variante, que é mais transmissível, é necessário a população reforçar os cuidados na proteção e prevenção. Com o uso obrigatório de máscara em ambientes públicos; manutenção da etiqueta social; higienização adequada e frequente das mãos; ações que visem e promovam o distanciamento social.

É importante ressaltar também que tais medidas se fazem mais necessárias neste momento, devido à iminente entrada na sazonalidade de doenças respiratórias no meio, período em que sabidamente aumenta a ocorrência de diversas doenças respiratórias, acrescentando-se agora, a COVID-19, situação que pode ser agravada com a circulação da P1 (variante do Amazonas).